Estudo da ASEPEYO sobre uso da PFF2 em conjunto com a Máscara Cirúrgica


A Asepeyo - Asistencia Sanitario Económica para Empleados y Obreros, Mutualidad de Previsión Social realizou um estudo no seu Centro de Pesquisa e Inovação em Sant Cugat sobre Peças Faciais Filtrantes (PFF2, similar a classificação N95 Americana) e Máscaras Cirúrgicas utilizadas em conjunto para ambientes hospitalares.

No estudo foi utilizado o equipamento Portacount, o que permite realizar testes quantitativos de ajuste. O estudo chegou as seguintes conclusões:

- O uso da Máscara Cirúrgica sobre uma Peça Facial Filtrante fornece uma proteção respiratória decisiva adicional, fator de proteção de +200 (o fator de proteção mínimo deve ser 100).

- Se as PPF não tiverem uma válvula de exalação, o uso sobreposto da Máscara Cirúrgica preserva a durabilidade e melhora o ajuste, impedindo a entrada de contaminantes.

Para máscaras com válvula de exalação, há três razões para o uso de uma máscara cirúrgica: preservar a durabilidade da máscara, melhorar o ajuste e impedir que o usuário contamine o ambiente.

Para um melhor ajuste das PFF/Cirúrgicas, são indicadas algumas preferências de design:

- É preferível as que tenham os tirantes passados atrás da cabeça do que as fixadas na orelha.

- Para máscaras com tirantes passados ​​atrás da orelha, é recomendável colocar um clipe sobre elas e passá-las atrás da cabeça.

- Verifica-se que quanto mais tempo o trabalhador usa a PFF sem retirar, melhor o ajuste. O suor poderia exercer um trabalho de vedação entre a pele e a máscara.

Para conseguir esta proteção adicional, é essencial que cada trabalhador dedique tempo à colocação da máscara: adaptação do clipe de metal à curva nasal, boa colocação dos tirantes, colocação adequada da máscara no rosto, verificação de vedação etc.

Fonte: Asepeyo